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Do Altar para a Rua

Santo António na cerâmica de Delfim Manuel

19 jun 2022 — 31 dez 202210h – 18h

3 € (inclui entrada no Museu)

Bilhetes disponíveis em Blueticket.pt

O ceramista Delfim Manuel criou 13 peças dedicadas a Santo António exclusivamente para a exposição Do altar para a rua. Santo António na cerâmica de Delfim Manuel, que abre a 18 de junho no Museu de Lisboa - Santo António.

Para além destes trabalhos inéditos do artista de Rebordões (Santo Tirso), esta será também uma oportunidade para revisitar os quase 30 anos de carreira deste ceramista que nos últimos 25 anos criou, anualmente, uma imagem única de Santo António que produz em pequenas séries numeradas.

São esses trabalhos que se juntam às 13 peças inéditas, compondo uma exposição que percorre a carreira de Delfim Manuel desde 1996 à atualidade.

 

Sobre o artista

Delfim Manuel nasceu em 1968, na freguesia de S. Pedro do Bairro em Vila Nova de Famalicão. O primeiro contacto com o barro aconteceu aos 10 anos de idade e foi uma experiência marcante para a sua vida. Em 1979 integrou o primeiro grupo da Escola de Cerâmica da atual Fundação Castro Alves, onde permaneceu 18 anos.

No final dos anos 90, com 28 anos, dá início a uma nova fase da sua carreira artística, autonomizando-se em espaço próprio, na Vila de Rebordões em Santo Tirso, o que acelerou o seu desenvolvimento pessoal de maneira notória.

A forma como combina perícia e delicadeza tem sido reconhecida, a nível nacional e regional, com a atribuição de vários prémios: em 1996 venceu pela primeira vez o Prémio Nacional Lisboa na Feira de Artesanato (FIA), vitória que repetiu em três ocasiões (2003, 2009 e 2019), entre outras distinções.

Fazendo parte de inúmeras coleções de artesanato, realizou a primeira exposição em 1979, na Fundação Cupertino de Miranda, em Vila Nova de Famalicão, e desde então tem mantido uma forte atividade, marcando presença com as suas peças em mostras individuais e coletivas um pouco por todo o país. Destaque para a exposição de 2012, no Museu Nacional do Azulejo, em 2014 no Museu de São Roque e no Museu da Sé de Braga e a mais recente, em 2021, na Torre e Museu dos Clérigos.

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